O capitalismo cria o consumidor compulsivo, que acaba se tornando doente, explora-o para vender mais usando este em seus anúncios de venda.
Este retrato é algo que vem crescendo como uma onda, se propagando e se multiplicando como moscas em cadáveres: o consumismo compulsivo.
As pessoas estão deixando de apreciar as pequenas coisas da vida para comprar, estão trocando a natureza por máquinas, estão vivendo em função do ter, como se isto fosse o sentido da existência, e não é !
A vida é muito mais que demonstrar pra si e aos outros poder aquisitivo, é pensar, é sentir as emoções que nos foram concedidas como dádiva divina. É apreciar em uma formiga, em um raio de sol o que de mais belo existe no planeta. É olhar as estrelas e pensar na constituição colossal do universo.
É observar a vida na chuva que cai, nas plantas que crescem, nas flores que enfeitam, nos frutos que alimentam e nas folhas que caem no outono e tornam a surgir na primavera.
Ou seja, é tomar postura no universo como ser humano, e não virar um escravo do capital, perdendo sua sensibilidade perante o mundo.
Pense antes de consumir, avalie se é realmente necessário e procure passar mais tempo com o mundo real que olhando vitrines de lojas.
Priorize o ser ao ter, viva e liberte-se destas algemas que encarceram, cegam e tornam fúteis a fantástica existência.
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